quinta-feira, 26 de abril de 2012

Tudo o que a jornalista fala no vídeo do youtube‏

Boa Noite, Pessoal!


Não sei quem foi que postou no Gmail e o que a jornalista fala no vídeo, mas desde já agraço e repasso à todos!!!



A jornalista Rachel Sheherazade, Tambaú Notícias,
comentando sobre as festividades de Carnaval.
Hoje é quarta-feira de fogo, mas eu não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas. Não, não é que eu seja inimiga do carnaval. Inclusive já brinquei muito: em clubes, prévias, blocos… Fui até Olinda-PE em plena terça-feira de carnaval. Portanto, vou falar com conhecimento de causa. E como um véu que se descortina, como uma máscara que cai, gostaria de revelar algumas verdades que encontrei por trás da fantasia do carnaval.

A primeira delas: o brasileiro adora carnaval. Não acredito. Na Paraíba, por exemplo, o maior bloco de arrasto disse ter registrado cerca de 400 mil foliões no desfile do ano passado. Mas, a população paraibana conta com mais de 3 milhões e 600 mil cidadãos. Portanto, a maioria do povo não foi à rua, ou por que não gosta de carnaval, ou por que não se reconhece mais nessa festa dita popular. Segunda falsa verdade: o carnaval é uma festa genuinamente brasileira. Não, não é. O carnaval, tal como o conhecemos, surgiu na Europa, durante a era vitoriana, e se espalhou pelo mundo afora, adaptando-se a outras culturas.

Quarta falsa verdade: É uma festa popular. Balela! O carnaval virou negócio – dos ricos. Que o digam os camarotes VIP, as festas privadas e os abadás caríssimos, chamados “passaportes da alegria”. E quem não tem dinheiro para comprar aquela roupinha colorida não tem, também, o direito de ser feliz?! Tem não. E aqui, na Paraíba, onde se comemoram as prévias não é muito diferente. A maioria dos blocos vive às custas do poder público e nenhuma atração sobe em um trio elétrico para divertir o povo só por ser o carnaval uma festa democrática. Milhões de reais são pagos a artistas da terra e de fora dela para garantir o circo a uma população miserável que não tem sequer o pão na mesa.

Muitas coisas, hoje, me revoltam no carnaval. Uma delas é ouvir a boa música ser calada à força por hits do momento como o “Melô da Mulher Maravilha”, e similares que eu nem ouso citar. Fico indignada quando vejo a quantidade de ambulâncias disponibilizadas num desfile de carnaval para atender aos bêbados de plantão e valentões que se metem em brigas e quebra-quebra. Onde estão essas mesmas ambulâncias quando uma mãe de família precisa socorrer um filho doente, quando um trabalhador está infartando, ou quando um idoso no interior precisa se deslocar de cidade para se submeter a um exame? Revolto-me ao ver que os policiais estão em peso nas festas para garantir a ordem durante o carnaval e, no dia-a-dia, falta segurança para o cidadão de bem exercitar o direito de ir e vir.

Mas o carnaval é uma festa maravilhosa… Dizem até que faz girar a economia, que os pequenos comerciantes conseguem vender suas latinhas, seu churrasquinho… Se esses pais de família dependessem do carnaval para vender e viver, passariam o resto do ano à míngua. Carnaval só dá lucro para donos de cervejaria, para proprietários de trios elétricos e uns poucos artistas baianos. No mais, é só prejuízo. Alguém já parou para calcular o quanto o Estado gasta para socorrer vítimas de acidentes causados por foliões embriagados? Quantos milhões são pagos em indenizações por morte ou invalidez decorrentes desses acidentes? Quanto o poder público desembolsa com os procedimentos de curetagem que muitas jovens se submetem depois de um carnaval sem proteção que gerou uma gravidez indesejada? Isso sem falar na quantidade de DST’s que são transmitidas durante a festa em que tudo é permitido! Eu até acho que o carnaval já foi bom… Mas isso foi nos tempos de outrora.


O NOVO CONTEXTO E SEU IMPACTO NO PROCESSO ADAPTATIVO – INOVATIVO DAS ORGANIZAÇÕES

O NOVO CONTEXTO E SEU IMPACTO NO PROCESSO ADAPTATIVO – INOVATIVO DAS ORGANIZAÇÕES. (Cap. 5, p.56 a 60).
PROCESSO ADAPTATIVO: fenômeno que contribui para a adaptação. Isso não significa de maneira nenhuma processo de passividade e comodismo. Em muitas situações o mecanismo adaptativo é extremamente desconfortável e oposto à situação cômoda que se vive, porém, proporcionando sempre um estágio posterior de evolução.
PROCESSO INOVATIVO: processo que procede a inovação.
Na sua empresa, quais são as melhores práticas utilizadas e as dificuldades encontradas para executar essa gestão?
“Há dois tipos de empresas: as que mudam e as que desaparecem”. Anônimo citado por Philip Kotler in Marketing para o Século XXI.
Podemos dizer que mudanças sempre existiram. Entretanto, a velocidade com que elas se operam. Isto sim é inusitado. As mudanças rápidas do ambiente têm feito com que venhamos a nos defrontar a cada passo com incerteza. Daí, a necessidade de desenvolvermos sistemas cada vez mais aperfeiçoados.
O que de fato vem a distinguir as empresas inovadoras das tradicionais é o maior grau de reorganiza e movimenta a estrutura, para romper os quadros organizacionais que tendem sempre a se manter estático.
A organização inovadora é aquela que se dispõe a mudar sua estrutura  em resposta as necessidades e alterações do ambiente.

Em que medida você sente, pessoalmente a aceleração dos acontecimentos? Pense em dois exemplos de seu cotidiano:

O NOVO CONTEXTO E O INDIVÍDUO: A AQUISIÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS COMO FORMAS DE SOBREVIVÊNCIA.

O NOVO CONTEXTO E O INDIVÍDUO: A AQUISIÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS COMO FORMAS DE SOBREVIVÊNCIA. (Cap. 6, p.63 a 72)
“Aprender em organizações significa testar continuamente nossa experiência e transformar esta experiência em conhecimento acessível a toda organização e pertinente a seu propósito central”. Peter Senge
O indivíduo deve ser consciente de que a busca de novos conhecimentos pode ser a resposta ao processo de sobrevivência no mundo organizacional. O conhecimento do homem pode se tornar obsoleto (antiquado) mesmo antes de ele ter iniciado a carreira para a qual foi treinado. Isso irá exigir uma constante atualização para aquisição de conhecimentos cada vez mais flexibilidade e capacidade de adaptação diante das novas situações.
A aquisição de novos conhecimentos parece ser a única forma para a solução dos problemas que necessariamente temos que enfrentar.  O surgimento de uma teoria capaz de conceptualizar (aprender) os fenômenos de uma forma mais global - a teoria dos sistemas – tem permitido a inter-relação e a integração assuntos que são, na maioria das vezes diferente.
Cada vez mais ficou a produtividade do indivíduo dependente de sua capacidade de incorporar novas teorias e conceitos na escola. (educação permanente). Novos termos surgiram para caracterizar a época em que vivemos e a nova postura exigida de parte das organizações e dos indivíduos: sociedade do conhecimento, gestão do conhecimento, trabalhador do conhecimento, e outros equivalentes.

NOSCE TE IPSUM (Conhece-te a ti mesmo) - Compreendendo o Indivíduo e seu Comportamento:
Segundo a teoria contemporânea, a pessoa depois da primeira semana de vida é parcialmente um produto da aprendizagem.
Estudiosos do assunto propuseram uma maneira bastante simples de representar o comportamento humano através da fórmula: C = f (P,M).
C (comportamento), f(função), P (pessoa), M (meio). Esta fórmula significa: O Comportamento é função ou resultado da interação entre pessoa e o meio. (Thompson e Van Houten). Se quisermos entender ou explicar o comportamento humano a qualquer instante, precisamos tomar em consideração o homem (tanto geneticamente formado como educado) e o seu meio.
Thompson e Van Houten apontam três estratégias de conhecimento do homem com as seguintes características:
- O homem como ser transacional, isto é, que não só recebe inputs (relação entre  entradas) do ambiente e reage aos mesmos, mas tanbém adota uma postura pró-ativa, antecipando-se e muitas vezes até provocando as mudanças que ocorrem neste meio ambiente.
- O homem com um comportamento dirigido para um objetivo, o que significa dizer que o  homem é capaz de ter objetivos ou aspirações e de lançar grandes doses de esforço no sentido de alcança-los.
- O terceiro aspecto da estratégia, segundo os autores, está voltado para o conteúdo mental do homem e a forma como tal conteúdo é adquirido. Aqui veremos a importância das percepções do indivíduo e como elas agem como um sistema de  filtros através do qual ele concebe a realidade que o cerca.

Após leitura uma imagem que nos permite compreender a complexidade do comportamento é a de um iceberg. Comportamento        PERCEPÇÕES     CONCEPÇÕES

Se quisermos obter uma modificação significativa e duradoura no comportamento, não nos adianta atuar somente sobre o comportamento, não nos adianta atuar sobre o comportamento manifesto (Comportamento manifesto é aquele visível aos olhos, pode-se dizer comportamentos observáveis. Exemplos: a maneira como você se veste, caminha, come, a cor do seu cabelo, roupas que usa), mas sim sobre seus condicionantes. (Aquilo que condiciona que impõe condição ou define algo como condição. Exemplo: O Ensino Superior é condicionante para participar do plano de carreira da empresa que trabalha).

7 PERSONALIDADE

PERSONALIDADE E COMPORTAMENTO (Cap. 7, p. 73 a 81)
Personalidade é o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém. A formação da linguagem comum com o sentido de "conjunto das características marcantes de uma pessoa". Algumas pessoas são calmas e passivas, enquanto outras são agitadas e agressivas. Quando as descrevemos no que concerne às características como passiviade, agitação, agressividade, ambição ou lealdade, está classificando-as de acordo com os traços da personalidade. Portanto, a personalidade de um indivíduo é a combinação dos traços que utilizamos para descrevê-lo.
Fatores Determinantes da Personalidade: Aspectos hereditários e Aspectos ambientais.
TEORIAS DA PERSONALIDADE:
TEORIA DOS TRAÇOS: parte do princípio de que para entender os indivíduos é preciso que literalmente “segmentemos” os padrões de comportamento em uma série de traços observáveis. Por serem muitos traços relevantes e contribuintes para a formação da personalidade humana, os seus conceito tornou-se e algo difícil de ser operacionalizado. Daí a conclusão de pesquisadores no campo organizacional que reduziu os traços sugeridos em apenas cinco fatores conhecidos como big five.
TRAÇOS DA PERSONALIDADE: (BIG FIVE)
- Extroversão: a pessoa é gregária (significa a tendência que a pessoa tem de estar misturada com as outras, sem distinção e sem controle algum) e sociável (que se relaciona facilmente na sociedade), ao contrário da reservada, tímida e calada.
- Agradabilidade: a pessoa é cooperativa e agradável.
- Consciência: a pessoa é trabalhadora, organizada, confiável.
- Estabilidade emocional: A pessoa é calma, autoconfiante (por oposição à ansiosa, depressiva)
- Abertura à experiência: a pessoa é criativa, curiosa, culta (por oposição à prática, com poucos interesses).
TEORIA PSICODINÂMICA: é inteiramente baseada no trabalho do mestre e criador da Psicanálise, Sigmund Freud. Esta teoria enfatiza o inconsciente humano como determinante do comportamento. Freud via a personalidade como resultante da interação de três elementos: o Id, o Ego e o Superego.
ü  Id - é o elemento mais primitivo, conhecido como o conjunto de energias psíquicas que determina os desejos do sujeito, o ID é que responde pelos impulsos biológicos básicos como fome, sede, calor etc. O ID procura satisfação imediata destes impulsos, pois opera pelo princípio do prazer independente de circunstancias externas. Está presente nos recém-nascidos, do ID evoluem o Ego e o Superego.
ü  Ego - Estrutura onde está todo conhecimento que o indivíduo possui de si e sobre o meio externo. O Ego trabalha pelo princípio da realidade, pois agora o recém-nascido sabe que suas necessidades não serão satisfeitas imediatamente, por exemplo, se ele tiver sede terá que esperar que alguém lhe sirva água (ela não virá sozinha só porque ele quer). Portanto o Ego é administrador da realidade e é ele quem decide como e quais necessidades do ID serão satisfeitas.
ü  Superego - julga quais necessidades são moralmente corretas ou aceitas pela sociedade. Quando a criança reconhece o que é certo ou errado dentro da sua família e sociedade em que vive, ela própria pode decidir o que irá fazer, ela não precisa que os seus pais lhe digam que roubar é errado, ela já sabe disso, pois o seu Superego já assimilou esta informação.  Apenas parcialmente consciente, o SUPEREGO serve como um censor das funções do EGO (contendo os ideais do indivíduo derivados dos valores familiares e sociais), sendo a fonte dos sentimentos de culpa e medo de punição.
A grande e inegável contribuição da teoria psicodinâmica a compreensão da personalidade está centrada no seu foco sobre o comportamento humano.
TEORIA HUMANISTA: Teoria Humanista é uma perspectiva sobre a motivação e a personalidade.  O primeiro teórico a desenvolver uma teoria humanista foi Abraham Maslow, com sua pirâmide das necessidades. O grande representante desta teoria é Carl Rogers que acreditava fielmente que todos os homens possuem um impulso interno (drive) voltado para a sua auto-realização, “em tornar-se tudo aquilo que eles têm condições de vir a ser”. Tal teoria tem seu foco no crescimento e aprimoramento do indivíduo, uma visão da personalidade centrada em um núcleo dinâmico - o self - que tende necessariamente a tornar-se melhor, uma vez dadas as condições apropriadas para que tal se efetue.  É na meia idade que surge o processo de individuação e exploramos nossa capacidade e desenvolvemos o nosso self. A extensão da diferença entre o self (é a visão que a pessoa tem de si mesmo, baseada em experiências passadas, estimulações presentes e expectativas futuras) e o self ideal (é o conjunto das características que o indivíduo mais gostaria de poder reclamar como descritivas de si mesmo)é um indicador de desconforto, insatisfação e dificuldades neuróticas; Aceitar-se como se é no conjunta realidade, e não como se quer ser, é um sinal de saúde mental. Enfim, a teoria implica na reflexão das noções de LIBERDADE X CONTROLE, ou seja, visa o bem estar da pessoa e não o controle.
ABORDAGEM INTERATIVA: mais recentemente, os pesquisadores e estudiosos têm buscado uma visão mais sistêmica para uma melhor compreensão da personalidade. Esta passou a ser vista como o resultado da associação de emoções, cognições, atitudes, expectativas e fantasias. Assim no momento em que a personalidade passou a ser entendido como o produto resultante da interação de um conjunto de fatores e variáveis, o grau de complexidade aumentou significativamente e passou a exigir um estudo mais aprofundado para que pudesse entender qual seu real impacto sobre o comportamento. O que a abordagem integrativa inteligentemente faz focar, simultaneamente, na pessoa como um todo e nas variáveis situacionais, e a essa combinação atribuir as causas do comportamento do indivíduo.
MELHOR COMPREENDENDO AS TEORIAS DA PERSONALIDADE E SUA APLICAÇÃO NA ORGANIZAÇÃO.
Carl Jung, psiquiatra suíço, sucessor potencial de Freud, antes de suas desavenças teóricas com o mestre, fundador da psicologia analítica, também conhecida como psicologia junguiana, desenvolveu a noção de que as pessoas são fundamentalmente diferentes, mas também fundamentalmente semelhantes. Jung jamais conseguiu aceitar a insistência de Freud de que as causas dos conflitos psíquicos sempre envolveriam algum trauma de natureza sexual, e Freud não admitia o interesse de Jung pelos fenômenos espirituais como fontes válidas de estudo em si.
Em seu tratado chamado de TIPOS PSICOLÓGICOS propõe que a população em geral é formada por dois tipos básicos: introvertidos e extrovertidos. Ele ainda avançou um  pouco mais em suas proposições identificando:
Ø  Dois tipos de percepção (sentindo e intuindo);
Ø  Dois tipos de julgamento (pensando e intuindo);
Ø  E as funções mentais básicas: Percepção (como nós coletamos as informações) e julgamento (como tomamos decisões).

AS PREFERÊNCIAS:
Há quatro preferências básicas na teoria dos tipos e duas escolhas possíveis para cada uma das quatro preferências. A combinação dessas preferências forma o TIPO PSICOLÓGICO DO INDIVÍDUO.
1-Tipos de Personalidade: Extrovertidos ou Introvertidos
A primeira classificação dos tipos de personalidade é quanto à maneira com que interagimos com o mundo, relativo a esse quesito podemos ser: Extrovertidos ( E ) ou Introvertidos ( I ):
Extrovertidos (E): Quem tem este tipo de personalidade são pessoas extremamente sociáveis e que gostam de conversar e interagir com outras pessoas. Não tem medo de expor suas opiniões e são muito comunicativos. Concentram a sua energia no mundo real.
Introvertidos (I): Em geral são pessoas que se sentem melhor sozinhas, são menos sociáveis e interagem com menos pessoas. Em geral, não se abrem facilmente. Concentram a sua energia no mundo dos pensamentos.
2 - Tipos de Personalidade: Sensoriais ou Intuitivos
A segunda classificação dos tipos de personalidade é relativa a maneira com que observamos e absorvemos as informações do mundo, relativo a este critério podemos ser: Sensoriais ( S ) ou Intuitivos ( N ):
Sensoriais (S): Corresponde ao tipo de personalidade mais materialista, obtêm a informação através da observação de fatos e detalhes concretos. São pessoas realistas e práticas.
Intuitivos (N): São as pessoas que tem um perfil mais imaginativo, ao invés de obter a informação através de fatos concretos, preferem observar e tirar as conclusões finais a partir dos seus próprios pensamentos e crenças. São as pessoas mais criativas e complexas.
3 - Tipos de Personalidade: Pensadores ou Sentimentais
A terceira classificação dos tipos de personalidade diz respeito ao modo com que julgamos as ações das outras pessoas e também o modo com que tomamos decisões. Relativo a este critério podemos ser: Pensadores ( T ) ou Sentimentais ( F ):
Pensadores (T): Tomam as decisões e julgam as pessoas sempre com base na lógica, em geral pesando os prós e contras da situação, são objetivos e justos, raramente deixam os sentimentos influenciarem em suas decisões. Valorizam a lógica, a justiça e a igualdade entre as pessoas.
Sentimentais (F): Pessoas com este tipo de personalidade julgam as pessoas e tomam as suas decisões guiados pelos seus instintos e também pelos sentimentos (decidem com base no que estiverem se sentindo no momento). Valoriza a harmonia, a empatia, não seguem regras rígidas, aceitam bem as exceções.
4 - Tipos de Personalidade: Julgadores ou Perceptivos
A quarta classificação dos tipos de personalidade tem relação com o modo com que preferimos viver, se preferimos agir de forma espontânea ou se preferimos pensar bem antes de agir. Relativo a estes critérios podemos ser: Julgadores (J) ou Perceptivos ( P ):
Julgadores ( J ): Quem tem o tipo de personalidade julgador fica satisfeito depois que as decisões foram tomadas, toma decisões rapidamente, fica angustiado de deixar os problemas se acumularem.
Perceptivos ( P ): Ficam mais satisfeitos em tomar decisões bem pensadas e mais acertadas, demoraram para agir. Os perceptivos ficam angustiados se tem que tomar uma decisão rapidamente. Em geral pensam bastante antes de agir, pois tem medo de se arrepender.
Este conteúdo foi baseado nas informações dos sites:
http://www.myersbriggs.org/ 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Gustav_Jung
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classifica%C3%A7%C3%A3o_tipol%C3%B3gica_de_Myers_Brig.
A teoria Junguiana não pretendia rotular ninguém, nem criar estereótipos com relação às pessoas. Ele apenas buscou criar formas para que o indivíduo se conheça e se desenvolva através de uma melhor compreensão de si mesmo. E
REFERÊNCIAS: PLT Comportamento Organizacional e Comunicação. CARAVANTES, Geraldo R.; KLOECKNER, Monica C.; CARAVANTES, Claudia B. - Comportamento Organizacional: ROBBINS, Stephen P.

C.O- 8 PERCEPÇÕES

PERCEPÇÃO/ CONCEPÇÃO E COMPORTAMENTO INDIVIDUAL: (Cap. 8, p.81 a 85)
As percepções nada mais são do que as imagens, as descrições interiores, a nossa maneira de “fotografar” e interpretar o mundo que nos cerca. Para poder perceber algo é preciso que nosso sistema nervoso ativado. A percepção é o modo que o indivíduo vê o mundo e o interpreta. Pode ser alterada através de frustrações, pois quando aprendemos algo que é correto, deixamos de fazer como fazíamos antes; nesse conceito podemos abandonar nossas percepções através de um novo conhecimento.
Os cientistas sociais, voltados ao estudo do comportamento humano, estão cada vez mais cônscios (que conhece bem o que lhe diz respeito) de que qualquer coisa é depende de como quem olha para o quê. Logo, o significado de uma percepção é como esta nos leva atuar. Se chove, algumas pessoas buscarão abrigo, outras sentirão prazer em caminhar na chuva. As suas percepções do que está acontecendo são diferentes, como se reflete no fato de fazerem coisas diferentes. O fato de que ambos os grupos concordarão com a frase “Está chovendo” não significa que percebam o acontecimento da mesma maneira.
Assim passando para a situação organizacional, um mesmo fato objetivo poderá gerar comportamentos diversos segundo a forma de interpretação (percepção). Administradores diferentes poderão ter reações diferentes diante, por exemplo, do comentário de um subordinado: um irá interpretá-lo como uma crítica negativa; o outro, talvez, como uma forma de colaboração para o aprimoramento organizacional. Em ambos os casos, os comportamentos resultantes de parte do Administrador possivelmente serão diferentes: demissão ou punição do subordinado no primeiro caso, ou agradecimento e recompensa,
        Quantos triângulos?       
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Concepção é a condicionante (que condiciona) percepção, que estão incluídos em nossa escala de valores e em nossa motivação. Então podemos dizer que a motivação está inserida em nossa concepção.
Determinantes do comportamento individual: considerando o indivíduo como a menor parte de uma organização, percebe-se nele um conjunto de valores e atitudes, além de sua personalidade. A sua percepção do ambiente de trabalho, envolvendo todas as demais pessoas ali presentes, é fator que demonstrará o seu nível de motivação, bem como a sua aprendizagem.
A compreensão do comportamento individual apresenta contribuições da psicologia para a disciplina comportamento organizacional. Essas contribuições foram divididas em quatro conceitos:
Ø  Valores: funcionam como condicionadores do modo como alguém se comporta ao selecionar preferências em uma determinada situação organizacional, embora os valores não exerçam impacto direto sobre o comportamento, eles influenciam fortemente as atitudes dos indivíduos. Portanto, o conhecimento do sistema de valores de alguém pode ajudar no entendimento de suas atitudes.
Ø   Atitudes: os administradores devem buscar conhecer as atitudes de seus colaboradores porque elas influenciam o comportamento. Exemplo: colaboradores satisfeitos e comprometidos apresentam baixo índice de absenteísmo e rotatividade.
Ø  Percepção: os administradores precisam compreender que seus colaboradores reagem às percepções e não à realidade. Exemplo: se a avaliação de desempenho é realmente justa e imparcial, ou se os níveis salariais da empresa estão entre os mais altos do mercado, são aspectos menos relevantes do que a percepção que o profissional tem disso.
Ø  Aprendizagem: a questão não é se os empregados aprendem continuamente no trabalho ou não. Eles aprendem! A questão é se essa aprendizagem será feita aleatoriamente ou se será administrada – por meio das recompensas e dos exemplos dados pelos administradores. Se um trabalhador pouco produtivo for recompensado com aumentos salariais e promoções, ele terá poucas razões para modificar seu comportamento. Se o administrador deseja o comportamento A, mas recompensa o B, não deve surpreender se este último for o adotado pela equipe.

Finalmente cabe um alerta e que já foi lançado há mais de um século por Nietzsche quando diz: “O homem é o criador de valores, mas esquece de sua própria criação, e vê neles algo de transcendente, de “eterno” e “verdadeiro”, quando os valores não são mais do que algo humano, demasiado humano”.